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19
Mar15

Comichão incontrolável!‏

por chapeusechapeladas
Esta comichão cerebral.....
Coço
faço feridas
sinto o sangue na ponta dos dedos
abrem-se crateras
por onde jorram os meus segredos
olho a lua
o Mar da Tranquilidade
meu corpo sua
o suor da saudade....
Vislumbro uma silhueta
lá ao longe no cosmos

não é branca, não é preta
não é loira, nem morena
é um fósforo aceso
uma memória pequena
mas que me faz comichão
e coço.....
Mais feridas se abrem
o meu corpo é um crivo
crostas e mais crostas
recordações gravadas a ferro e gofo
lá ao longe um silvo
que anuncia a chegada da Primavera
 

vinda através do Mar Morto
o seu colorido amansa esta fera
que se aprisionou dentro de mim
tudo deu para torto
menos os meus sonhos mais selvagens...
Neles eu encontro-te
e a comichão para
já não coço
a fera existente fica cativeira
abre-se uma nova prespectiva
acende-se a mais bela fogueira
sorvo-te

beijo da cabeça aos pés
lámbo-te da cabeça aos pés
desejo-te da cabeça aos pés
este torpor
adormece-me os sentidos
ergo-me do meio dos caídos
mergulho vezes sem conta nos teus desejos
a comichão congelou
já não coço
o tempo passou
e mais uma vez eu penso
como gostava de recomeçar tudo outra vez!


































Esta comichão cerebral.....
Coço
faço feridas
sinto o sangue na ponta dos dedos
abrem-se crateras
por onde jorram os meus segredos
olho a lua
o Mar da Tranquilidade
meu corpo sua
o suor da saudade....
Vislumbro uma silhueta
lá ao longe no cosmos
não é branca, não é preta
não é loira, nem morena
é um fósforo aceso
uma memória pequena
mas que me faz comichão
e coço.....
Mais feridas se abrem
o meu corpo é um crivo
crostas e mais crostas
recordações gravadas a ferro e gofo
lá ao longe um silvo
que anuncia a chegada da Primavera
vinda através do Mar Morto
o seu colorido amansa esta fera
que se aprisionou dentro de mim
tudo deu para torto
menos os meus sonhos mais selvagens...
Neles eu encontro-te
e a comichão para
já não coço
a fera existente fica cativeira
abre-se uma nova prespectiva
acende-se a mais bela fogueira
sorvo-te
beijo da cabeça aos pés
lámbo-te da cabeça aos pés
desejo-te da cabeça aos pés
este torpor
adormece-me os sentidos
ergo-me do meio dos caídos
mergulho vezes sem conta nos teus desejos
a comichão congelou
já não coço
o tempo passou
e mais uma vez eu penso
como gostava de recomeçar tudo outra vez!













































 









 

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